Gerenciando habilidades e competências na ambiência organizacional
Na aviação militar, são comuns as operações aéreas em que um piloto de caça decola, para realizar determinada missão de ataque ao solo, sem saber muito sobre os elementos que motivaram a decisão do bombardeio. A ordem é dada dessa forma pelo entendimento de que, ao conhecer o processo por inteiro, o executor da missão pode deixar-se influenciar por informações subsidiárias que, em tese, interfeririam na qualidade do resultado ou comprometeriam a sua própria efetividade. Imagine, por exemplo, se o piloto, antecipadamente a sua decolagem, souber que o alvo é uma escola repleta de crianças.
Alguns gestores costumam adotar – para execução de determinadas tarefas – um estilo de comando que segrega o funcionário das demais partes do processo. É a forma compartimentada de gerenciar o trabalho. A ordem é dada ao funcionário sem que ele saiba para quê vai realizar a tarefa: depois é só juntar as partes e formar o todo. Entretanto, o ato de omitir informações sobre o propósito do empreendimento não constitui boa prática quando a situação requer mais brilhantismo por parte dos executores. Nesse caso, impedir que o funcionário tenha acesso a todas as informações a respeito da tarefa diminui a chance dele encontrar uma solução alternativa se, por acaso, não for bem sucedido na primeira tentativa.
Sonegar informações para um cozinheiro, deixando-o sem saber sobre o número de clientes há no restaurante ou qual o item do cardápio que fora escolhido, em muito compromete o preparo das refeições. Nesse caso, bem como em outras atividades profissionais, cujos atributos extras, como ter iniciativa, liderança e criatividade, são aconselháveis, melhor será o resultado quanto maior for o número de informações prestadas ao executor. Nesse aspecto, um estilo colaborativo, do qual o funcionário se sinta parte integrante do processo, torna-se mais adequado quando se pretende alcançar um resultado exitoso.
As instituições que exploram as potencialidades dos funcionários, tornando-os atuantes em todo o processo produtivo, costumam figurar nas listas das melhores empresas para se trabalhar. Nos critérios utilizados pela revista Exame, na pesquisa anual que escolhe os 150 melhores ambientes organizacionais, estão os seguintes quesitos:
1) ESTRATÉGIA E GESTÃO – Diz respeito aos mecanismos que a empresa utiliza para disseminar sua estratégia e fazer com que todos a conheçam e trabalhem de forma alinhada ao negócio.
2) LIDERANÇA – Avalia como as organizações vêm lidando com seu time de gestores. Analisa os treinamentos para liderança, a preocupação com a sucessão e as competências que a companhia busca para a formação de novos líderes.
3) CARREIRA – Identifica quais ferramentas a empresa oferece aos funcionários para que eles cresçam profissionalmente.
4) DESENVOVIMENTO – Revela o quanto a empresa investe na capacitação do pessoal e reconhece a importância da educação para a qualidade e continuidade do negócio e para o desenvolvimento profissional.
Em 2008, a Volvo do Brasil, empresa que fabrica chassis de ônibus, caminhões, motores e cabines, alcançou o primeiro lugar da Exame, por conta dos investimentos em Gestão de Pessoas. Através de uma política ousada de relacionamento, denominado Volvo Way, a empresa confia no autogerenciamento de equipe, como resultado do elevado grau de satisfação dos colaboradores e da ótima relação entre líderes e liderados. No mundo corporativo, recheados de cases, há também o celebre exemplo da Microsoft, a terceira na lista das 500 maiores companhias do mundo que mais investem em desenvolvimento humano, segundo a revista Financial Times.
Apesar de contarmos com bons exemplos, o modelo de administração colaborativa é pouco observável em muitas categorias de organização. Nos monopólios, onde a ausência de concorrência torna a administração mais acomodada e conservadora, predomina o estilo de liderança autoritário. Em órgãos governamentais, convivemos com lastimáveis casos de má gestão pública, onde pululam diversas ocorrência o nepotismo, corporativismo e apadrinhamentos. No meio militar, também há um engessamento no comando, perfeitamente compatível ao rigor inerente à natureza da atividade. Diz um jargão na caserna que ordem dada é ordem cumprida.
Sem perder de vista o binômio hierarquia/disciplina, há ocasiões em que se pode exercer uma gestão democrática. Não propriamente no calor da batalha, na atividade fim, na execução em si, como no caso do piloto de caça. Entretanto, na atividade meio, na hora em que se prepara a refeição, todos os ingredientes precisarão estar à mão do cozinheiro. Nesse estágio, quando será preciso avaliar todas as variáveis e esgotar todas as possibilidades, construindo prováveis cenários, o ato de gerenciar competências e habilidades dos colaboradores constitui-se inestimável valor para o êxito do empreendimento.
(*) Larry Mello é jornalista e aluno de Pós-Graduação de Gestão de Comunicação nas Organizações do UNICEUB
Olá, obrigado pela visita. O Blog da Multiplicar Comunicação (www.multiplicar.com.br) é o ambiente mais indicado para o intercâmbio de informações sobre comunicação integrada e todas as suas nuances e relacionamento com o mundo virtual. Eu sou Larry Mello, seu guia nessa incursão conceitual sobre temas úteis e modernos. Fique à vontade.
terça-feira, 26 de maio de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
Sabe tese?
Sabe tese, de faculdade? Aquela que defendem? Com unhas e dentes? Pois é, o escritor Mário Prata começa assim sua definição sobre o universo em torno deste temível trabalho acadêmico. Digo isso porque estou vivendo esse momento. A gente nunca sabe o tema que vai abordar. Quando me matriculei na Pós, estava mais interessado em saber da grade curricular, quais as matérias seriam ministradas ao longo do curso. A gente vai estudando Marketing, Gestão Estratégica, Comunicação Integrada e, lá pelas tantas, eis que chega a hora do projeto de monografia. Escolha o tema aí e o defenda. Mas como? Assim, na bucha?
Quem está na vida acadêmica, como eu, e ainda não pensou no tema da monografia, pode parar agora. É melhor prevenir do que remediar. Se eu tivesse que entrar em outro curso acadêmico agora, já iria levar dentro do meu estojo de lápis de cor a monografia pronta! Deixar pra cima da hora dá mais trabalho ou vai lhe custar um trocado comprando uma feita.
Para minimizar a minha aflição e colaborar com meus colegas formandos vou sugerir dois temas, jamais presenciados por alguma banca nesse país. Temas que gostaria de defender nos próximos cursos.
1) Por que o rico é bonito e o pobre é feio? Um estudo sobre a beleza nacional.
2) Quem vê cara, não vê coração: o poder dos estereótipos na construção da imagem pessoal.
E você? Já sabe o que vai abordar no seu projeto de pesquisa? Manda uma sugestão pra mim. Um grande abraço.
Leia abaixo o texto de Mário Prata. Este vale à pena:
Crônica publicada no jornal O Estado de São Paulo em 7 de outubro de1998.
Sabe tese, de faculdade? Aquela que defendem? Com unhas e dentes? É dessa tese que eu estou falando. Você deve conhecer pelo menos uma pessoa que já defendeu uma tese. Ou esteja defendendo. Sim, uma tese é defendida. Ela é feita para ser atacada pela banca, que são aquelas pessoas que gostam de botar banca.
As teses são todas maravilhosas. Em tese. Você acompanha uma pessoa meses, anos, séculos, defendendo uma tese. Palpitantes assuntos. Tem tese que não acaba nunca, que acompanha o elemento para a velhice. Tem até teses pós-morte. O mais interessante na tese é que, quando nos contam, são maravilhosas, intrigantes. A gente fica curiosa, acompanha o sofrimento do autor, anos a fio. Aí ele publica, te dá uma cópia e é sempre - sempre – uma decepção. Em tese.
Impossível ler uma tese de cabo a rabo. São chatíssimas. É uma pena que as teses sejam escritas apenas para o julgamento da banca circunspecta, sisuda e compenetrada em si mesma. E nós? Sim, porque os assuntos, já disse, são maravilhosos, cativantes, as pessoas são inteligentíssimas. Temas do arco-da-velha. Mas toda tese fica no rodapé da história. Pra que tanto sic e tanto apud? Sic me lembra o Pasquim e apud não parece candidato do PFL para vereador? Apud Neto.
Escrever uma tese é quase um voto de pobreza que a pessoa se autodecreta. O mundo pára, o dinheiro entra apertado, os filhos são abandonados, o marido que se vire. Estou acabando a tese. Essa frase significa que a pessoa vai sair do mundo. Não por alguns dias, mas anos. Tem gente que nunca mais volta. E, depois de terminada a tese, tem a revisão da tese, depois tem a defesa da tese. E, depois dadefesa, tem a publicação. E, é claro, intelectual que se preze, logo em seguida embarca noutra tese. São os profissionais, em tese.
O pior é quando convidam a gente para assistir à defesa. Meu Deus, que sono. Não em tese, na prática mesmo. Orientados e orientandos (que nomes atuais!) são unânimes em afirmar que toda tese tem de ser - tem de ser! - daquele jeito. É pra não entender, mesmo. Tem de ser formatada assim. Que na Sorbonne é assim, que em Coimbra também. Na Sorbonne, desde 1257. Em Coimbra, mais moderna, desde 1290. Em tese (e na prática) são 700 anos de muita tese e pouca prática. Acho que, nas teses, tinha de ter uma norma em que, além da tese, o elemento teria de fazer também uma tesão (tese grande). Ou seja, uma versão para nós, pobres teóricos ignorantes que não votamos no Apud Neto. Ou seja, o elemento (ou a elementa) passa a vida a estudar um assunto que os interessa em nada. Pra quê? Pra virar mestre, doutor? E daí? Se ele estudou tanto aquilo, acho impossível que ele não queira que a gente saiba a que conclusões chegou. Mas jamais saberemos onde fica o bicho da goiaba quando não é tempo de goiaba. No bolso do Apud Neto?
Tem gente que vai para os Estados Unidos, para a Europa, para terminar a tese. Vão lá nas fontes. Descobrem maravilhas. E a gente não fica sabendo de nada. Só aqueles sisudos da banca. E o cara dá logo um dez com louvor. Louvor para quem? Que exaltação, que encômio é isso? E tem mais: as bolsas para os que defendem as teses são uma pobreza. Tem viagens, compra de livros caros, horas na Internet da vida, separações, pensão para os filhos que a mulher levou embora. É, defender uma tese é mesmo um voto de pobreza, já diria São Francisco de Assis. Em tese.
Tenho um casal de amigos que há uns dez anos preparam suas teses. Cada um, uma. Dia desses a filha, de 10 anos, no café da manhã, ameaçou:Não vou mais estudar! Não vou mais na escola. Os dois pararam - momentaneamente - de pensar nas teses. - O quê? Pirou? - Quero estudar mais, não. Olha vocês dois. Não fazem mais nada na vida. É só a tese, a tese, a tese. Não pode comprar bicicleta por causa da tese. A gente não pode ir para a praia por causa da tese. Tudo é pra quando acabar a tese. Até trocar o pano do sofá. Se eu estudar vou acabar numa tese. Quero estudar mais, não. Não me deixam nem mexer ais no computador. Vocês acham mesmo que eu vou deletar a tese de vocês? Pensando bem, até que não é uma má idéia!
Quando é que alguém vai ter a prática idéia de escrever uma tese sobre a tese? Ou uma outra sobre a vida nos rodapés da história? Acho que seria um tesão.
Quem está na vida acadêmica, como eu, e ainda não pensou no tema da monografia, pode parar agora. É melhor prevenir do que remediar. Se eu tivesse que entrar em outro curso acadêmico agora, já iria levar dentro do meu estojo de lápis de cor a monografia pronta! Deixar pra cima da hora dá mais trabalho ou vai lhe custar um trocado comprando uma feita.
Para minimizar a minha aflição e colaborar com meus colegas formandos vou sugerir dois temas, jamais presenciados por alguma banca nesse país. Temas que gostaria de defender nos próximos cursos.
1) Por que o rico é bonito e o pobre é feio? Um estudo sobre a beleza nacional.
2) Quem vê cara, não vê coração: o poder dos estereótipos na construção da imagem pessoal.
E você? Já sabe o que vai abordar no seu projeto de pesquisa? Manda uma sugestão pra mim. Um grande abraço.
Leia abaixo o texto de Mário Prata. Este vale à pena:
Crônica publicada no jornal O Estado de São Paulo em 7 de outubro de1998.
Sabe tese, de faculdade? Aquela que defendem? Com unhas e dentes? É dessa tese que eu estou falando. Você deve conhecer pelo menos uma pessoa que já defendeu uma tese. Ou esteja defendendo. Sim, uma tese é defendida. Ela é feita para ser atacada pela banca, que são aquelas pessoas que gostam de botar banca.
As teses são todas maravilhosas. Em tese. Você acompanha uma pessoa meses, anos, séculos, defendendo uma tese. Palpitantes assuntos. Tem tese que não acaba nunca, que acompanha o elemento para a velhice. Tem até teses pós-morte. O mais interessante na tese é que, quando nos contam, são maravilhosas, intrigantes. A gente fica curiosa, acompanha o sofrimento do autor, anos a fio. Aí ele publica, te dá uma cópia e é sempre - sempre – uma decepção. Em tese.
Impossível ler uma tese de cabo a rabo. São chatíssimas. É uma pena que as teses sejam escritas apenas para o julgamento da banca circunspecta, sisuda e compenetrada em si mesma. E nós? Sim, porque os assuntos, já disse, são maravilhosos, cativantes, as pessoas são inteligentíssimas. Temas do arco-da-velha. Mas toda tese fica no rodapé da história. Pra que tanto sic e tanto apud? Sic me lembra o Pasquim e apud não parece candidato do PFL para vereador? Apud Neto.
Escrever uma tese é quase um voto de pobreza que a pessoa se autodecreta. O mundo pára, o dinheiro entra apertado, os filhos são abandonados, o marido que se vire. Estou acabando a tese. Essa frase significa que a pessoa vai sair do mundo. Não por alguns dias, mas anos. Tem gente que nunca mais volta. E, depois de terminada a tese, tem a revisão da tese, depois tem a defesa da tese. E, depois dadefesa, tem a publicação. E, é claro, intelectual que se preze, logo em seguida embarca noutra tese. São os profissionais, em tese.
O pior é quando convidam a gente para assistir à defesa. Meu Deus, que sono. Não em tese, na prática mesmo. Orientados e orientandos (que nomes atuais!) são unânimes em afirmar que toda tese tem de ser - tem de ser! - daquele jeito. É pra não entender, mesmo. Tem de ser formatada assim. Que na Sorbonne é assim, que em Coimbra também. Na Sorbonne, desde 1257. Em Coimbra, mais moderna, desde 1290. Em tese (e na prática) são 700 anos de muita tese e pouca prática. Acho que, nas teses, tinha de ter uma norma em que, além da tese, o elemento teria de fazer também uma tesão (tese grande). Ou seja, uma versão para nós, pobres teóricos ignorantes que não votamos no Apud Neto. Ou seja, o elemento (ou a elementa) passa a vida a estudar um assunto que os interessa em nada. Pra quê? Pra virar mestre, doutor? E daí? Se ele estudou tanto aquilo, acho impossível que ele não queira que a gente saiba a que conclusões chegou. Mas jamais saberemos onde fica o bicho da goiaba quando não é tempo de goiaba. No bolso do Apud Neto?
Tem gente que vai para os Estados Unidos, para a Europa, para terminar a tese. Vão lá nas fontes. Descobrem maravilhas. E a gente não fica sabendo de nada. Só aqueles sisudos da banca. E o cara dá logo um dez com louvor. Louvor para quem? Que exaltação, que encômio é isso? E tem mais: as bolsas para os que defendem as teses são uma pobreza. Tem viagens, compra de livros caros, horas na Internet da vida, separações, pensão para os filhos que a mulher levou embora. É, defender uma tese é mesmo um voto de pobreza, já diria São Francisco de Assis. Em tese.
Tenho um casal de amigos que há uns dez anos preparam suas teses. Cada um, uma. Dia desses a filha, de 10 anos, no café da manhã, ameaçou:Não vou mais estudar! Não vou mais na escola. Os dois pararam - momentaneamente - de pensar nas teses. - O quê? Pirou? - Quero estudar mais, não. Olha vocês dois. Não fazem mais nada na vida. É só a tese, a tese, a tese. Não pode comprar bicicleta por causa da tese. A gente não pode ir para a praia por causa da tese. Tudo é pra quando acabar a tese. Até trocar o pano do sofá. Se eu estudar vou acabar numa tese. Quero estudar mais, não. Não me deixam nem mexer ais no computador. Vocês acham mesmo que eu vou deletar a tese de vocês? Pensando bem, até que não é uma má idéia!
Quando é que alguém vai ter a prática idéia de escrever uma tese sobre a tese? Ou uma outra sobre a vida nos rodapés da história? Acho que seria um tesão.
sábado, 21 de março de 2009
A receita do sucesso
Olá, meus amigos.
Encontrei na Internet a Receita do Sucesso. É um texto do escritor indiano SurajaVibhu, intitulado Como enriquecer rapidamente, publicado em outubro de 2006, no site http://pt.shvoong.com/.
O sucesso de enriquecer rapidamente ou alcançar objetivos de vida requer duas coisas muito simples: 1) Que você saiba como fazer; 2) Que você então faça. É muito mais fácil tornar-se rico do que permanecer pobre. Aqueles que são pobres acham tudo muito difícil. E para o pobre tudo continuará sendo difícil. Para ter sucesso, suba um degrau por vez. Não espere ou tente alcançar o topo num único salto. Você não pode alcançar o sucesso por si mesmo. Precisa ser conduzido por pessoas que estejam dispostas a lhe ajudar. Este é um jeito muito mais efetivo do que tentar chegar lá sózinho.
O método mais importante que você deve aprender é: 1) Faça tudo que tiver que fazer; 2) no momento que tiver que fazer; 3) gostando ou não de fazer. Todos os métodos comprovados de sucesso, usados por homens e mulheres da nossa historia que alcançaram grandiosidade, riqueza, poder e fama – eram métodos simples, práticos e comuns. Não existe nada difícil ou complicado em ser bem sucedido – ter sucesso é simplesmente saber como se faz – então fazer uso constante daquilo que aprendeu.
O caminho garantido para o sucesso é usar os mesmos métodos usados por aqueles que comprovaram métodos que os levaram ao sucesso. Quanto maior o sucesso deles, mais seguros os seus métodos. Você começará a enriquecer rapidamente quando aprender e fazer uso do fato de que o sucesso em si é uma matéria de estudo específica, como a Matemática, a Física, a Fisiologia, a Química ou qualquer outra matéria de estudo já ensinada.
A razão das pessoas alcançarem sucesso devagar é porque se concentram em melhorar suas habilidades no trabalho. O fato é que tornar-se mais habilidoso é apenas um dos métodos comprovados de sucesso. Certamente ele é necessário e importante para seu trabalho, mas ainda assim é apenas um dos métodos existentes. A chave para enriquecer rapidamente está em tornar-se uma pessoa mais útil e portanto mais valiosa para mais pessoas – incluindo a sua família e a si mesmo.
O único jeito de você ganhar mais é merecer mais. O único jeito de você merecer mais é ser mais útil. Quanto mais útil para mais pessoas, mais bem sucedido e indispensável você será. Ser indispensável se faz cada vez mais importante nesses tempos de rápidas mudanças provocadas pela automatização e computadorização.
Mas existem certos tipos de serviços que não podem ser substituídos pela automatização e computadorização. São eles: 1) Gerenciamento; 2) Pessoas com idéias voltadas para o melhoramento; e 3) Lidar com as pessoas.
Você pode ficar muito rico apenas resolvendo seus problemas e então construíndo uma carreira para resolver os problemas dos outros. Aqui está o segredo para resolver problemas; todo problema contém em si as sementes da sua prórpria solução. Encontre-as e enriqueça resolvendo este e outros problemas.
Aqui a abordagem científica é primeiro desconfundir o problema. Então calmamente remover cada um de seus componentes e examiná-los cientificamente para aprender como podem ser usados de forma beneficial. Desde que a vida consiste principalmente de problemas, você enriquecerá na medida em que tiver sucesso na solução de seus problemas e dos problemas dos outros – sendo um verdadeiro profissional no campo da resolução de problemas. Seja aquele que apresenta idéais de melhoramento e você receberá os creditos por isto. Você será promovido, ficarará famoso e enriquecerá rapidamente.
Construa uma carreira visando descobrir aquilo que está errado e o que fazer para consertar, e você enriquecerá rapidamente. Se você construir uma carreira procurando descobrir aquilo que as pessoas querem e fornecer a elas por um preço justo, você enriquecerá rapidamente. Lembre-se de que a pessoa que está sempre melhorando algo é aquela que recebe o crédito, é promovida, fica mais rica e talvez até mesmo famosa.
Uma única idéia pode torná-lo rico. Uma dúzia de idéias farão você enriquecer ainda mais rápido. Pense em idéas de melhoramento para a Companhia, tais como: 1) Redução de custos; 2)Economia de Dinheiro; 3) Aumento de vendas; 4) Aumento de produtividade; 5) Aumento de lucros, etc.
Para ter boas idéias tente os seguintes métodos. Yogui, que é o método em que você se mantém sentado e imóvel, sem olhar para qualquer coisa em particular. Nessa posiçao você faz uma hora de silêncio, permanecendo com a mente aberta para receber as idéias que vierem, sem tentar buscá-las – apenas esperando pacientemente por elas. Uma variação do método yogui é sentar-se no chão de um quarto escuro e olhar fixamente para a chama de uma vela – esperando por idéais.
Outro método é meditar na solidão e imensidão das montanhas ou em outros lugares onde haja beleza e inspiração. Uma idéia é o começo de tudo. Ela poderá ser modificada durante o seu processo de desenvolvimento e aperfeiçoamento. Mas, no começo, é preciso que hajam idéias. Melhore produtos, métodos, e melhore a si mesmo.
Uma idéia não compartilhada não tem valor nenhum. O único jeito de você ganhar créditos, promoções, aumentos de salário, e obter outras recompensas pela criação de idéias voltadas para o melhoramento de algo é comunicar essas idéias. A comunicação de idéias requer três passos muito fáceis mas absolutamente necessários. 1) Pensar; 2) Anotar; e 3)Falar. Você enriquecerá rapidamente se for benvindo em todos os lugares que chegar. Seja um bom propagador de boas idéias e todas as portas se abrirão para você.
Esse texto é muito bom!
Encontrei na Internet a Receita do Sucesso. É um texto do escritor indiano SurajaVibhu, intitulado Como enriquecer rapidamente, publicado em outubro de 2006, no site http://pt.shvoong.com/.
O sucesso de enriquecer rapidamente ou alcançar objetivos de vida requer duas coisas muito simples: 1) Que você saiba como fazer; 2) Que você então faça. É muito mais fácil tornar-se rico do que permanecer pobre. Aqueles que são pobres acham tudo muito difícil. E para o pobre tudo continuará sendo difícil. Para ter sucesso, suba um degrau por vez. Não espere ou tente alcançar o topo num único salto. Você não pode alcançar o sucesso por si mesmo. Precisa ser conduzido por pessoas que estejam dispostas a lhe ajudar. Este é um jeito muito mais efetivo do que tentar chegar lá sózinho.
O método mais importante que você deve aprender é: 1) Faça tudo que tiver que fazer; 2) no momento que tiver que fazer; 3) gostando ou não de fazer. Todos os métodos comprovados de sucesso, usados por homens e mulheres da nossa historia que alcançaram grandiosidade, riqueza, poder e fama – eram métodos simples, práticos e comuns. Não existe nada difícil ou complicado em ser bem sucedido – ter sucesso é simplesmente saber como se faz – então fazer uso constante daquilo que aprendeu.
O caminho garantido para o sucesso é usar os mesmos métodos usados por aqueles que comprovaram métodos que os levaram ao sucesso. Quanto maior o sucesso deles, mais seguros os seus métodos. Você começará a enriquecer rapidamente quando aprender e fazer uso do fato de que o sucesso em si é uma matéria de estudo específica, como a Matemática, a Física, a Fisiologia, a Química ou qualquer outra matéria de estudo já ensinada.
A razão das pessoas alcançarem sucesso devagar é porque se concentram em melhorar suas habilidades no trabalho. O fato é que tornar-se mais habilidoso é apenas um dos métodos comprovados de sucesso. Certamente ele é necessário e importante para seu trabalho, mas ainda assim é apenas um dos métodos existentes. A chave para enriquecer rapidamente está em tornar-se uma pessoa mais útil e portanto mais valiosa para mais pessoas – incluindo a sua família e a si mesmo.
O único jeito de você ganhar mais é merecer mais. O único jeito de você merecer mais é ser mais útil. Quanto mais útil para mais pessoas, mais bem sucedido e indispensável você será. Ser indispensável se faz cada vez mais importante nesses tempos de rápidas mudanças provocadas pela automatização e computadorização.
Mas existem certos tipos de serviços que não podem ser substituídos pela automatização e computadorização. São eles: 1) Gerenciamento; 2) Pessoas com idéias voltadas para o melhoramento; e 3) Lidar com as pessoas.
Você pode ficar muito rico apenas resolvendo seus problemas e então construíndo uma carreira para resolver os problemas dos outros. Aqui está o segredo para resolver problemas; todo problema contém em si as sementes da sua prórpria solução. Encontre-as e enriqueça resolvendo este e outros problemas.
Aqui a abordagem científica é primeiro desconfundir o problema. Então calmamente remover cada um de seus componentes e examiná-los cientificamente para aprender como podem ser usados de forma beneficial. Desde que a vida consiste principalmente de problemas, você enriquecerá na medida em que tiver sucesso na solução de seus problemas e dos problemas dos outros – sendo um verdadeiro profissional no campo da resolução de problemas. Seja aquele que apresenta idéais de melhoramento e você receberá os creditos por isto. Você será promovido, ficarará famoso e enriquecerá rapidamente.
Construa uma carreira visando descobrir aquilo que está errado e o que fazer para consertar, e você enriquecerá rapidamente. Se você construir uma carreira procurando descobrir aquilo que as pessoas querem e fornecer a elas por um preço justo, você enriquecerá rapidamente. Lembre-se de que a pessoa que está sempre melhorando algo é aquela que recebe o crédito, é promovida, fica mais rica e talvez até mesmo famosa.
Uma única idéia pode torná-lo rico. Uma dúzia de idéias farão você enriquecer ainda mais rápido. Pense em idéas de melhoramento para a Companhia, tais como: 1) Redução de custos; 2)Economia de Dinheiro; 3) Aumento de vendas; 4) Aumento de produtividade; 5) Aumento de lucros, etc.
Para ter boas idéias tente os seguintes métodos. Yogui, que é o método em que você se mantém sentado e imóvel, sem olhar para qualquer coisa em particular. Nessa posiçao você faz uma hora de silêncio, permanecendo com a mente aberta para receber as idéias que vierem, sem tentar buscá-las – apenas esperando pacientemente por elas. Uma variação do método yogui é sentar-se no chão de um quarto escuro e olhar fixamente para a chama de uma vela – esperando por idéais.
Outro método é meditar na solidão e imensidão das montanhas ou em outros lugares onde haja beleza e inspiração. Uma idéia é o começo de tudo. Ela poderá ser modificada durante o seu processo de desenvolvimento e aperfeiçoamento. Mas, no começo, é preciso que hajam idéias. Melhore produtos, métodos, e melhore a si mesmo.
Uma idéia não compartilhada não tem valor nenhum. O único jeito de você ganhar créditos, promoções, aumentos de salário, e obter outras recompensas pela criação de idéias voltadas para o melhoramento de algo é comunicar essas idéias. A comunicação de idéias requer três passos muito fáceis mas absolutamente necessários. 1) Pensar; 2) Anotar; e 3)Falar. Você enriquecerá rapidamente se for benvindo em todos os lugares que chegar. Seja um bom propagador de boas idéias e todas as portas se abrirão para você.
Esse texto é muito bom!
domingo, 8 de março de 2009
A alma do negócio

Nunca antes na história recente deste país ninguém precisou tanto de um carro zero. As mulheres nunca precisaram tanto de roupas, sapatos, bolsas e bijuterias. Os homens nunca tomaram tanta cerveja, assistiram a tantos jogos de futebol. As crianças nunca comeram tantas batatas fritas, hambúrgueres e beberam tanto refrigerante. Nunca se ouviu tanta música e nem tanta fofoca. Nunca se viu tanto filme, tanta novela e tanto Big Brother. Nunca se comprou tantos celulares, notebooks, TVs tela-plana, mp3, mp4, mp5... Nunca gastamos tanto e nunca estivemos expostos a tanta propaganda.
É evidente que a Publicidade presta um grande serviço à saúde da economia. Mais do que o trabalho de planejar campanhas de marketing, desenvolver propagandas e estratégias de mercado, a atividade assume grande relevância no processo de formatar o padrão de consumidores. A Publicidade identifica o perfil dos compradores e os coloca em verdadeiros pacotes, para atuarem em distintos nichos, com a tarefa de comprar e fazer circular o capital que alimenta a máquina econômica.
Ciência - Publicidade é uma atividade considerada sistêmica, científica, dinâmica, de ação continuada, massificante e arquitetada para disseminar o vírus do consumo, cujo princípio ativo é despertar no indivíduo a vontade, o desejo de possuir, de aparecer, de exibir bens e status, de ser partícipe de uma sociedade atuante.
O psicólogo americano Abraham Maslow desenvolveu um estudo sobre isso, denominado Teoria da Motivação. Para o cientista, as necessidades humanas são hierarquizadas, a partir das coisas mais urgentes para as menos urgentes. Dessa forma, a prioridade para todo indivíduo advém da necessidade fisiológica, como a fome, a sede e a não-dor. Depois, surgem outras carências, como a necessidade de segurança, seguida da necessidade social, do convívio em grupo.
Até então, para agir sobre essas necessidades, a Publicidade não despende muito esforço, pois esses estímulos são despertados automaticamente pelo próprio indivíduo. A partir daí surgem, segundo Maslow, as necessidades do ego e da auto-realização. Terreno fértil para a ação da Publicidade. A propósito, no filme Advogado do Diabo, a vaidade é o pecado favorito do diabo. "Vanity! Definitely my favorite sin". É pela vaidade que o diabo consegue seduzir as almas.
De fato, a Publicidade exerce sobre a mente humana um processo diabólico. Claro, que eu falo daquele gesto de “buzinar” no ouvido do pobre mortal, incentivando-o a cometer pequenos e grandes pecados. Tecnicamente, uma das definições da publicidade é a arte de exercer ação psicológica sobre o público com fins comerciais. A Publicidade não cria e nem muda comportamentos ou tendências, apenas rega a semente da plantinha do mal que todos já possuímos interiorizada.
Apesar de diabólica, a atividade não tem nada de maldosa. Muito pelo contrário. É importante para desenvolvimento do modelo de produção capitalista, no qual estamos inseridos e, portanto, sujeitos aos seus princípios e controles. O trabalho silencioso da Publicidade produz lucros estrondosos, com cifras freqüentando a casa dos bilhões. As empresas investem muito, pois o retorno é líquido e certo. Afinal de contas, a propaganda é a alma do negócio. No entanto, é bom deixar claro: ninguém precisa vender a alma para satisfazer os sonhos de consumo.
É evidente que a Publicidade presta um grande serviço à saúde da economia. Mais do que o trabalho de planejar campanhas de marketing, desenvolver propagandas e estratégias de mercado, a atividade assume grande relevância no processo de formatar o padrão de consumidores. A Publicidade identifica o perfil dos compradores e os coloca em verdadeiros pacotes, para atuarem em distintos nichos, com a tarefa de comprar e fazer circular o capital que alimenta a máquina econômica.
Ciência - Publicidade é uma atividade considerada sistêmica, científica, dinâmica, de ação continuada, massificante e arquitetada para disseminar o vírus do consumo, cujo princípio ativo é despertar no indivíduo a vontade, o desejo de possuir, de aparecer, de exibir bens e status, de ser partícipe de uma sociedade atuante.
O psicólogo americano Abraham Maslow desenvolveu um estudo sobre isso, denominado Teoria da Motivação. Para o cientista, as necessidades humanas são hierarquizadas, a partir das coisas mais urgentes para as menos urgentes. Dessa forma, a prioridade para todo indivíduo advém da necessidade fisiológica, como a fome, a sede e a não-dor. Depois, surgem outras carências, como a necessidade de segurança, seguida da necessidade social, do convívio em grupo.
Até então, para agir sobre essas necessidades, a Publicidade não despende muito esforço, pois esses estímulos são despertados automaticamente pelo próprio indivíduo. A partir daí surgem, segundo Maslow, as necessidades do ego e da auto-realização. Terreno fértil para a ação da Publicidade. A propósito, no filme Advogado do Diabo, a vaidade é o pecado favorito do diabo. "Vanity! Definitely my favorite sin". É pela vaidade que o diabo consegue seduzir as almas.
De fato, a Publicidade exerce sobre a mente humana um processo diabólico. Claro, que eu falo daquele gesto de “buzinar” no ouvido do pobre mortal, incentivando-o a cometer pequenos e grandes pecados. Tecnicamente, uma das definições da publicidade é a arte de exercer ação psicológica sobre o público com fins comerciais. A Publicidade não cria e nem muda comportamentos ou tendências, apenas rega a semente da plantinha do mal que todos já possuímos interiorizada.
Apesar de diabólica, a atividade não tem nada de maldosa. Muito pelo contrário. É importante para desenvolvimento do modelo de produção capitalista, no qual estamos inseridos e, portanto, sujeitos aos seus princípios e controles. O trabalho silencioso da Publicidade produz lucros estrondosos, com cifras freqüentando a casa dos bilhões. As empresas investem muito, pois o retorno é líquido e certo. Afinal de contas, a propaganda é a alma do negócio. No entanto, é bom deixar claro: ninguém precisa vender a alma para satisfazer os sonhos de consumo.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
O ser dominado

Os astros exercem influência sobre tudo. Júpiter na casa de Plutão proporciona momentos perfeitos para o amor, negócios e viagens. Quem acredita que o universo conspira a nosso favor? Dizem os astrólogos que os ciclos planetários regem os ciclos da natureza e da vida na Terra.
Disso eu não sei. É mais fácil digerir que pessoas exercem influência sobre pessoas. O pai sobre os filhos; o patrão sobre os empregados e a mulher sobre os homens são alguns dos exemplos ululantes da enternecedora relação entre poder e submissão.
E qual a origem de todo esse poder? A autoridade do pai sobre os filhos pode estar na mão pesada do velho. Do patrão sobre os empregados, na necessidade do salário. Da mulher sobre os homens, muito provavelmente, na “fraqueza da carne”.
A forma pela qual se processam as relações de dependência entre os casais merece um empírico e breve aprofundamento. Em primeira instância, enquanto o homem sustentar uma excitação pela amada prevalecerá dominação feminina. Em outras palavras, enquanto a mulher despertar o interesse sexual do seu par, ela permanece dona da situação. Isso porque o homem é capaz de fazer tudo para conseguir um chamego. É capaz de satisfazer caprichos dispendiosos e de submeter-se a longos e torturantes períodos de estio.
É claro que, num segundo momento, outras variáveis entram em cena e passam a orientar as ações do ser dominado. Como a sensação de segurança, o companheirismo, o conforto, o conjunto de todas essas coisas ou aquilo que ninguém sabe muito bem o que é, mas que unem amantes por anos e anos, até quando não se amam mais.
Assim como os astros determinam o período de plantar e colher, também é preciso ser um pouco astrólogo, aceitar e permitir ser regido pelo outro. Por isso, é bom lembrar que a liderança sobre o outro é momentânea e pode ser alternada. Haverá horas em que as circunstâncias se configuram desfavoráveis, forçando-nos a abrirmos mão de nossas vontades ou a nos sujeitarmos ao predomínio do outro. Vai ser melhor agir assim do que impor uma nova ordem aos planetas.
Disso eu não sei. É mais fácil digerir que pessoas exercem influência sobre pessoas. O pai sobre os filhos; o patrão sobre os empregados e a mulher sobre os homens são alguns dos exemplos ululantes da enternecedora relação entre poder e submissão.
E qual a origem de todo esse poder? A autoridade do pai sobre os filhos pode estar na mão pesada do velho. Do patrão sobre os empregados, na necessidade do salário. Da mulher sobre os homens, muito provavelmente, na “fraqueza da carne”.
A forma pela qual se processam as relações de dependência entre os casais merece um empírico e breve aprofundamento. Em primeira instância, enquanto o homem sustentar uma excitação pela amada prevalecerá dominação feminina. Em outras palavras, enquanto a mulher despertar o interesse sexual do seu par, ela permanece dona da situação. Isso porque o homem é capaz de fazer tudo para conseguir um chamego. É capaz de satisfazer caprichos dispendiosos e de submeter-se a longos e torturantes períodos de estio.
É claro que, num segundo momento, outras variáveis entram em cena e passam a orientar as ações do ser dominado. Como a sensação de segurança, o companheirismo, o conforto, o conjunto de todas essas coisas ou aquilo que ninguém sabe muito bem o que é, mas que unem amantes por anos e anos, até quando não se amam mais.
Assim como os astros determinam o período de plantar e colher, também é preciso ser um pouco astrólogo, aceitar e permitir ser regido pelo outro. Por isso, é bom lembrar que a liderança sobre o outro é momentânea e pode ser alternada. Haverá horas em que as circunstâncias se configuram desfavoráveis, forçando-nos a abrirmos mão de nossas vontades ou a nos sujeitarmos ao predomínio do outro. Vai ser melhor agir assim do que impor uma nova ordem aos planetas.
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